EPICA - NOVEMBRO 2014

 

            

29 de Novembro - PARADISE GARAGE (Lisboa)
30 de Novembro - HARD CLUB - SALA 1 (Porto)
Abertura de portas: 19h30 - Início do espetáculo: 20h30
1ª parte: DragonForce + Dagoba

Após uma arrebatadora e explosiva atuação, que ainda está fresca na mente nos milhares de pessoas que tiveram o prazer de os ver no Vagos Open Air, os EPICA vão estar de regresso a Portugal já em Novembro. Desta vez para prestações em nome próprio e para uma data-dupla, em que a legião de fãs nacional vai poder ver Simone Simons e companhia nos palcos do Paradise Garage e da sala 1 do Hard Club, nos dias 29 e 30 de Novembro respetivamente. Como “convidados especiais”, os holandeses vão contar com os emblemáticos DRAGONFORCE, que trazem na bagagem o novíssimo álbum «Maximum Overload» e com os franceses DAGOBA, autores do explosivo «Post Mortem Nihil Est». Agora focados em «The Quantum Enigma», que chegou aos escaparates em Maio, e após terem feito o circuito dos grandes festivais de Verão, os EPICA embarcam numa nova tour europeia. É o passo seguinte numa carreira sempre em crescendo, uma espécie de remoinho de canções, álbuns, concertos, digressões, milhares de fanáticos aos gritos, entrevistas, capas de revista e viagens à volta do mundo para atuar perante plateias rendidas ao encanto da sua música.

Foquemo-nos, por um momento, nos números dos primeiros dez anos de carreira dos EPICA: concertos em mais de 50 países diferentes, atraindo multidões de 4,000 espetadores por noite na América do Sul e na América Central, mais de 4,500 fãs por noite na Europa, Ásia e Austrália e, nos Estados Unidos, uma média de 1,500 diários. Perto de dois milhões de likes na página do Facebook, 100,000 seguidores no Twitter, dez milhões de visualizações no YouTube. A popularidade do coletivo holandês não dá mostras que qualquer quebra. Por exemplo, com «Requiem For The Indifferent», o antecessor do novo «The Quantum Enigma», não só conseguiram entrar para a tabela de vendas no seu país de origem como ainda treparam ao Top 40 na Alemanha, em França, na Áustria, na Suíça, na Finlândia, na Bélgica e em Portugal. Feitas as contas, deve ser a música a falar mais alto e, nesse aspeto, as coisas têm corrido de feição ao grupo liderado por Mark Jansen. Porta-estandartes do female fronted metal, neste caso em particular um híbrido de thrash/death e heavy/power metal sinfónico, são uma proposta de exceção e, numa tendência dominada por exuberantes vocalizações femininas e sons orquestrais, têm sabido exatamente como progredir e evoluir renunciando aos clichés.

Autores de «Through The Fire And Flames», a canção mais difícil de tocar da história do Guitar Hero e o tema que os elevou a níveis impensáveis de popularidade, os DRAGONFORCE mostraram-se ao mundo há mais de uma década e, desde então, não mais deixaram de dar que falar. Apostados em levar ao extremo as regras básicas do power metal, desde a sua formação em 1999, o coletivo sediado no Reino Unido assinou uma sequência irrepreensível de seis álbuns – entre os quais se contam «Valley of the Damned», «Inhuman Rampage» ou «The Power Within» – todos desafiantes no que à técnica diz respeito e aplaudidos em uníssono por parte da imprensa e do público. Misturando blastbeats, um furação de solos de guitarra e melodias incrivelmente orelhudas, o sexteto liderado por Herman Li e Sam Totman tornou-se famoso pela proficiência técnica e também pelas atuações arrebatadoras que protagoniza, como ficou provado nas suas anteriores passagens por Portugal. Agora, apoiados no novo «Maximum Overload» e na atitude aguerrida que os transformou num fenómeno, estão de volta mais fortes que nunca, para reclamar o seu lugar no panteão da música extrema.

Em ascensão rápida, os DABOGA só precisaram de seis anos para subir à primeira divisão da música extrema no seu país natal, França. Nada de estranho se tivermos em conta que, quando decidiu formar o projeto em 2000, o vocalista Shawter procurou músicos “com ambição, talento e dedicação”. A rebentar de criatividade – e com Izakar na guitarra, Franky na bateria e Werther no baixo – gravaram o EP de estreia no ano seguinte, recolhendo críticas positivas. A estreia homónima é lançada pouco depois, seguida de uma digressão que durou mais de um ano, durante o qual partilharam palcos com nomes como Machine Head e Fear Factory. Sempre em alta, mantêm desde então uma carreira regular, sem flutuações e traduzida em petardos de metal moderno e pesado, cheio de riffs letais e balanço, como «What Hell Is About», «Face The Colossus» e «Poseidon». Depois da entrada de Z para o lugar de Izakar e do mais longo período de silêncio editorial na sua carreira, o quarteto de Marselha continua a mostrar-se insatisfeito com a invejável posição que ocupa e prepara-se para novas conquistas.

Os bilhetes para o concerto custam 22€, à venda a partir do dia 22 de Agosto, nos locais habituais. Reservas: Ticketline (1820 - http://www.ticketline.sapo.pt). Em Espanha: Break Point.


VIP Package – 50€
Inclui:
Bilhete para o concerto
Meet & Greet com todos os membros da banda
Entrada antecipada
Poster autografado
Lanyard
Passe VIP


BIOGRAFIA EPICA:
Os EPICA nasceram em 2002, no exato momento em que Mark Jansen deixou os After Forever para perseguir os seus próprios sonhos e descobriu que o guitarrista Ad Sluijter, o baixista Yves Huts e o pianista Coen Janssen se identificavam com a sua nova visão musical. Poucos meses depois, a vocalista Simone Simons e o baterista Jeroen Simons completam a formação do grupo, que foi buscar o nome ao título de um álbum dos Kamelot, dos quais os membros da banda são confessos fãs. Musicalmente, destacaram-se desde cedo, não só por serem tão influenciados pelo rock como pela corrente sinfónica do metal, mas pela paixão que Jansen nutre pelas bandas-sonoras compostas por nomes como Danny Elfman e Hans Zimmer, que têm um impacto significativo na música que fazem. Poucos meses depois, o quinteto já tinha reunido material para gravar o álbum de estreia, «The Phantom Agony». O álbum foi lançado mundialmente em 2003, seguindo-se uma longa digressão e os esforços dos músicos foram compensados no ano seguinte com um Essent (um importante galardão holandês para jovens bandas).

Mantendo-se na estrada durante 2004, voltam ao estúdio um ano depois. «Consign To Oblivion» trepa ao #12 da tabela de vendas holandesa, mantendo-se depois no Top 100 durante sete semanas. Com a criatividade a fluir, nesse ano ainda gravam e lançam outro disco, «The Score: An Epic Journey». A banda-sonora para o filme holandês «Joyride» pauta-se pela ausência de guitarras, bateria ou vozes e contém canções sinfónicas, principalmente instrumentais. Depois de quatro anos a trabalhar no duro e sem paragens, têm finalmente tempo para refletir sobre o facto de, num tão curto espaço de tempo, se terem transformado em porta-estandartes de uma tendência em ebulição. 2006 é marcado pela edição de «The Road To Paradiso», um “photo-sound book” que faz a trajetória do coletivo em palavras e imagens. A parte sonora é representada por um CD que inclui inéditos, gravações ao vivo e maquetas. No entanto, um ano que tinha começado tão bem termina em rota descendente, quando o baterista Jeroen Simons decide sair.

Por esta altura, depois de centenas de concertos em dezenas de países de todo o mundo, já os EPICA se tinham transformando uma máquina bem oleada e imparável. É com Ariën Van Weesenbeek (ex-God Dethroned) sentado atrás do kit que, em 2007, assinam contrato com a gigante Nuclear Blast, que lança o verdadeiro terceiro álbum uns meses depois. «The Divine Conspiracy» apresenta mais coros, mais guitarras, mais grunhidos e mais velocidade, concluindo o conceito “Embrace The Smothers”, que Jansen tinha começado a explorar em «Prison Of Desire», ainda no tempo dos After Forever. Em 2008, após uma impressionante maratona de tours que resultou no disco ao vivo «The Classic Conspiracy», é a vez do guitarrista Ad Sluijter abandonar, sendo substituído por Isaac Delahaye. Mais orientado para as guitarras, «Design Your Universe» é editado em 2009 e, hoje, é visto como uma obra-prima. Muitas bandas poderiam ter vacilado perante o peso das expectativas, mas os EPICA não se deixaram afetar e com «Requiem For The Indifferent», de 2012, deram início a um novo capítulo da sua história, a que dão agora continuidade com o brilhante «The Quantum Enigma».

Website: Epica

Fonte: Prime Artists