Entrevista feita a Nuno Flores, mentor e figura central da Banda, The Crow.
O que vamos observar são um quarteto e Nuno Flores estuda a atitude necessária do heavy metal, afirmando que através do seu mundo, alastra uma névoa avermelhada. Agora … Nasce uma criança do submundo. O fogo e a chama: O Metal dos The Crow
A Nation, a struggle, a weapon, our Music
1. No underground, faz-se música por amor e por identificação. É por aqui, que os The Crow querem continuar a demarcar-se?
NF: Os The Crow criaram a sua marca, fazemos música porque não queremos apenas ser identificados como músicos de um único estilo, mas também reconhecidos pela nossa paixão em recriar.
2. O metal extremo é para ser vivenciado, produzido, experimentado cotidianamente e atualizado a cada encontro, a cada prática coletiva. É, desde o início do projeto dos The Crow, a ideia?
NF: Sim, é verdade. Qualquer projeto dos The Crow estabelece uma única e simples regra: vivenciar, atualizar e sem querer ser repetitivo nas minhas palavras desmistificar o violino. Transformar o seu som em algo grandioso.
3. Como manter a chama do underground acesa através do instrumental? É um grande desafio, estás de acordo?
NF: É verdade. Mas tudo na vida é um desafio e este, para mim será mais um e melhor. Cada ideia que coloco em prática é para a evolução.
4. Como surgiu a ideia de trabalharem neste som?
NF: Em conversa e um dia com a rádio ligada ouvimos este som e percebemos a comercialização e marketing envolvido neste estilo. O poder perante o público. Não perdemos tempo e decidimos experimentar, porque não.
5. Consideram por vezes o heavy como o extravasar de emoções, isso vê-se nos palcos. Os The Crow são conhecidos pelo submundo mas num outro sentido estético, agora têm uma estética bastante diferente. Desde o palco à sintonia com os fãs. O que os fãs podem esperar deste novo ciclo?
NF: Aquilo que sempre esperam dos The Crow, algo diferente mas um espetáculo ainda mais eletrizante.
6. Heavy Metal por ser um estilo rico possui várias vertentes e ramificações, como por exemplo o Death Metal, Black Metal, entre outros: vão fazer um mix de todos os estilos, trazer das trevas a luz como um modo de vida?
NF: Será o implementar nações passadas e futuras. Bandas que deixaram a sua marca e outras que estão agora a começar. Vamos recriar a história e contá-la de outra forma sem fugir ao estilo.
7. Será só quarteto ou podemos esperar surpresas?
NF: (risos) Será para surpreender
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